quarta-feira, 8 de julho de 2015

Riscando e cortando

No final de semana que passou iniciei a construção das cavernas do segundo casco. Na verdade estão sendo feitas a parte do fundo.  Para realizar a operação imprimi as linhas das cavernas em tamanho real, o que facilita bastante a operação e serve de gabrito para aferição apos o corte dos ângulos.
Estou usando viga de garapeira, que comprei faz tempo. para confecção das peças. Cada peça tem a metade do comprimento total, como a viga será aberta no sentido do comprimento, uma peça acaba virando duas idênticas. Aí é só juntar, colar e parafusar e esta pronto o V profundo.
Diferentemente das primeiras peças construídas em 2010, agora dispomos de mais e modernos recursos la na serraria, que esta tornando a tarefa mais fácil.

Um amigo me disse hoje: porque você não construiu as peças para o segundo casco
quando construiu as do primeiro?
A foto acima mostra como o Paraty Azimute começou, na verdade quando eu olhei
para este monte de madeira cortada confesso que senti um frio na barriga. Me
perguntei: sera que este monte de madeira vai virar um barco? Com tantas
dúvidas aliada a minha pouca experiência achei mais prudente fazer como fiz.
Claro que se tivesse feito diferente esta etapa seria mais rápida, mas esta bom assim.

Minha sala de risco é minha sala de jantar. Cortei as madeiras na serraria e levei pra
 casa, nestas noites frias executei a tarefa com com conforto e aquecido.
Veja mais da construção em (de Dezembro 09 a Agosto 10):
https://sites.google.com/site/paratyazimute/

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